segunda-feira, 1 de agosto de 2011

Estrangeirismos na Língua Portuguesa

Fui ao freezer, abri uma coca diet; e saí cantarolando um jingle, enquanto ligava meu disc player para ouvir uma música new age. Precisava de um relax. Meu check up indicava stress. Dei um time e fui ler um bestseller no living do meu flat. Desci ao playground; depois fui fazer o meu cooper. Na rua, vi novos outdoors e revi os velhos amigos do footing. Um deles comunicou-me a aquisição de uma nova mainson, com quatro suítes e até convidou-me para o open house. Marcamos, inclusive, um happy hour. Tomaríamos um drink, um Scotch, de preferência on the rocks. O barman, muito chic, parecia um lord inglês. Perguntou-me se eu conhecia o novo point society da cidade: o Time Square, ali no Gilberto Salomão, que fica perto do Gaf, o La Basque e o Baby Beef, com serviço a la carte e self service. Preferi ir ao Mc Donald’s, para um lunch: um humburger com milk shake. Dali, fui ao shopping center, onde vi lojas bem brasileiras, a começar pelas Lojas Americanas, seguidas por Cat Shoesman Company, Le Postiche, Lady, Lord, Le Mask, M. Officer, Truc’s, Dimpus, Bob’s, Ellus, Aby’s, Levi’s, Masson, Mainline, Buckman, Smuggler, Brummel, La Lente, Body for Sure, Mister Cat, Hugo Boss, Zoomp, Sport Center, Free Corner e Brooksfield. Sem muito money, comprei pouco: uma sweater para mim e um berloque para a minha esposa. Voltei para casa ou, aliás, para o flat, pensando no day after, o que fazer? Dei boa noite ao meu chofer, que, com muito fair play, respondeu-me: Good night.

Autoria (LIMA) apud OLEGÁRIO, Maria da Luz. Os múltiplos usos da língua. Ed. Edufal: Maceió, 1999.

Extrangeirismos


HINO NACIONAL BRASILEIRO PATROCINADO

Num posto da Ipiranga, às barragens plásticas,
De um Volvo heróico Brahma desodorante
Skol da liberdade em Ríder fulgido
Brilhou no Shell da Parker nesse calmante

!

Se o Knorr dessa igualdade
Conseguimos driblar com Aço Ford
Em teu PCSeiko, ó faculdade
Desafia nosso peito à Microsoft

!
Ó Parmalat, Mastercard, Sharp, Sharp
Amil um sonho incenso, um rádio Philips
!
De amor e de Lufthansa o Serra desce
Intel formoso gel risonho Olympicus
A filmagem do Bradesco resplandesce
!
Gillete pela própria natureza
És BBBelo Escort impávido TV Colosso
E a TV Futura espelha essa Grendene
Cerpa gelada!
!
Entre outras Amil é Suvinil, Compaq amada.
Do Philco deste Sollo és mãe Doril
Coca Cola, Bombril!


http://homemculto.wordpress.com/2007/11/20/hino-nacional-da-propaganda/

quarta-feira, 6 de julho de 2011

ENCONTRO DE PESQUISA EM EDUCAÇÃO EM ALAGOAS




Em sua sexta edição, o EPEAL vem se consolidando como uma estratégia de socialização e troca de experiência entre pesquisadores em educação, com vistas a produzir significados sociais relevantes ao desenvolvimento da ciência. O evento tem por objetivo aprofundar discussões sobre o aspecto situacional da educação no Brasil, no Nordeste e em Alagoas como também, divulgar as discussões teóricas e as pesquisas científicas produzidas pelos docentes, alunos e ex-alunos do programa, bem como as dos demais pesquisadores em educação do Nordeste e do Brasil. O tema geral do referido evento intitula-se “O PAPEL DA UNIVERSIDADE HOJE: FORMAÇÃO, PESQUISA E COMPROMISSO SOCIAL”.

No mesmo período ocorrerá também o I Encontro Estadual da Associação Nacional de Política e Administração da Educação Seção Alagoas – I ANPAE/AL, evento que, a partir da recém criada seção estadual, marca o início dos trabalhos da ANPAE em Alagoas, instituição renomada que desde 1961 tem trazido inúmeras contribuições para a educação brasileira.


(texto do site: http://epealufal.com.br/)
Inscrições: http://epealufal.com.br/

quarta-feira, 1 de junho de 2011

QUEM MANDOU SER PROFESSOR?

QUEM MANDOU SER PROFESSOR? Prof. Walter Calheiros
Governador Téo dá gargalhadas ao comentar aumento de 7%...

Quem mandou ser professor? Porque não nos ensinaram a sermos “diferenciados” e escolher melhor uma profissão para um país e um estado, historicamente corruptos, chamados de Brasil e Alagoas. Na nossa adolescência, nossos pais e os testes vocacionais deveriam ter sido mais objetivos, buscando uma profissão mais “promissora” para esse país e esse estado real, com uma verdade visível de 3º Mundo. Com certeza a opção profissional cairia na alternativa de “Vereador”, “Deputado”, “Senador”, “Assessor de Secretario”, “Secretário de Estado” ou “Governador”. E a justificativa seria muito plausível: Essas “profissões” não necessitam de muito estudo, porém tem poder e autonomia para aumentar seus “holerites” em 100% ou mais, em qualquer tempo, tudo isso sem passar pelo crivo dos concursos, vestibulares e estudos posteriores de pós-graduação. Agora, nós, míseros educadores cientistas, concursados, após passar mais de quatro anos sentados nos bancos das Universidades, buscando a graduação (muitos pagando mensalidades caras em faculdades), mais alguns anos com especialização, mestrado e doutorado, somos premiados com míseros 7% de aumento anual, dividido em (pasmem) duas parcelas. Por isso afirmo que a culpa é inteiramente nossa de ter escolhido ser professor. Ser professor em um Brasil e Alagoas “futurista”, “evoluído”, “desenvolvido”, “alfabetizado” de hoje já não é mais necessário. Alagoas não precisa de educação, nem ela deve ser prioridade, pois estamos “avançados” a esse respeito. Sendo assim, devíamos ter escolhido a carreira de político eleito, secretário ou governador. Portanto, quem mandou ser professor?

Dias atrás, me senti o profissional/educador mais ridículo do mundo, ao ver a postura do nosso governador (com perfil de grande estadista histórico), proporcionando sorrisos (gargalhadas) irônicos ao ser entrevistado pela mídia alagoana, comentando sobre o ultimato aos funcionários públicos. Fui absorvido por uma tristeza profunda, beirando a depressão/revolta, sentindo-me idiota, ao ser menosprezado de forma tão vil, publicamente. E voltei a me perguntar: Quem mandou ser professor? Lembrei de um questionamento/afirmação de meu filho ao indagar o porquê de não ter aceitado convites para ser assessor de um parlamentar (uma proposta indecente) e assessor de um secretário de estado: papai, todo mundo faz, porque você é diferente? Percebi que meu filho, na sua “imaturidade/inocência” da pós-adolescência tinha sido contaminado pelas inúmeras notícias de enriquecimentos ilícitos de assessores e membros dos poderes. Voltei ao passado e percebi que não estava mais com ascendência na educação dos meus filhos. A ascendência (espelho) estava nas informações da mídia, em algumas pessoas de seu convívio que enriquecem ilicitamente do dia para a noite, de forma muito fácil, sem trabalhar, sem estudar, sem nenhum esforço mental. Fui acometido de uma imensa tristeza, uma imensa decepção com o mundo ao meu redor. Fiquei extremamente decepcionado com a forma com que nossos políticos, eleitos com nossos votos, estavam nos tratando. E a pergunta teimava em não sair da minha mente: Quem mandou ser professor?

E voltei a me perguntar: O que estou fazendo aqui neste mundo vil, comandado por políticos antidemocráticos? O que estou fazendo, ainda lutando por um Alagoas corrupto e desrespeitoso com seus funcionários, seus educadores? Será que os políticos e gestores do parlamento e do executivo têm necessidades básicas maiores que a nossa? Será que as necessidades de “encher a barriga”, de adquirir o pão para a mesa de suas casas é diferente da nossa? Pensei em me isolar, virar eremita, ermitão. Jogar tudo o que me permite acessar as informações no lixo, e curtir a natureza. A natureza não trai... A natureza não agride... A natureza não ironiza... A natureza não brinca com as dificuldades do povo... A natureza abriga e alimenta.

Cai na real, busquei a racionalidade no fundo da consciência, ainda dolorida e disse: Levante a cabeça. Deixa de ser idiota... Isso sempre aconteceu. O Brasil e Alagoas vão ser difíceis de serem mudados. Joguei os pensamentos ruins fora e retornei a realidade. Iniciei meu dia me atualizando. Verifiquei meus e-mails, respondi alguns, e fui à busca de notícias: “O Globo”: “Ministro de Estado acusado de enriquecimento ilícito, com aumento de 1000% de seu patrimônio; “Jornal do Brasil”: “Deputado Jair Bolsonaro diz que PSOL é partido de viados”; “Folha de São Paulo”: “Senado estuda aumentar a idade para a aposentadoria, podendo chegar a 85 anos”; “Gazeta Web”: “Governador Téo dá gargalhadas ao comentar aumento de 7% para o funcionalismo público”. Não agüentei e “eremitizei” de novo, retornando ao meu estado anterior de torpor, misturado com uma revolta interior, ao ver que não adiantava lutar, pois o poder das autoridades era mais forte. Foi aí que, na minha loucura, me perguntei: Porque não ser um terrorista muçulmano? Porque não ter a coragem de um psicopata?

Portanto, quem mandou ser professor e ficar submisso a um sistema político, com gestores “ditos democráticos”, que se auto-regulamentam, inclusive criando leis próprias para aumentar, diferenciadamente, seus salários em mais de 100%, quando no mesmo período, reajustou os salários dos funcionários públicos (dentre eles os professores) em apenas (digo apenas) 7%, divididos em duas parcelas? Realmente somos seres “diferenciados”, lembrando o movimento para não construir a estação de metrô em Higienópolis. Portanto, temos que ser conscientes e viver na miséria, com piso de R$ 950,00, e aumento de 7%, e servir a minoria dominante, com seus holerites 10, 20, 30 vezes maiores, recebendo 100% de aumento do mesmo sistema. Eles não querem que nós, “diferenciados”, cheguemos próximos deles.

Foi aí que imperou a racionalidade orgânica e lembrei a minha missão: Educar visando à transformação social. A transformação dessa realidade cruel. Portanto, não posso ser ermitão, me isolar e deixar de me envolver com a formação educativa do meu povo, do meu estado. Mesmo que não veja progresso, a luta não pode esmorecer, tem que ser contínua, pois acontecendo o contrário, a defesa vai ficar desestruturada, e os adversários, corruptos, terão mais espaços para progredir, ficando livres para mais desvios, mais massacres, mais enriquecimentos ilícitos com o dinheiro e o sangue do povo alagoano. Para tanto, consegui me equilibrar ao reconhecer que tenho que me envolver e aprofundar mais minha missão de educador e não ser omisso com os desmandos existentes em nosso estado, mesmo sem a devida valorização dos sistemas que deveriam se voltar para os mais necessitados e serem mais honestos e responsáveis com os princípios da democracia.

· Professor Universitário e da Educação Básica, Educador Físico; Pedagogo, Mestre em Educação e Especialista em Gestão Escolar. Professor da Faculdade de Alagoas e do Instituto Federal de Educação.




--
Walter Calheiros
Rua Joana D´Arc, 265 - Farol
Maceió - Alagoas
CEP 57050800
Tel: 82 9139 2671

terça-feira, 31 de maio de 2011

Professora Ângela Gurgel lava a alma de todos os professores


Professora Ângela Gurgel representa a indignação de toda a classe educadora deste pais, que com maestria, nos últimos dias, foi alvo de discussão de nossa categoria. Com muito orgulho, toda classe operária que veem nessa professora sua indignação de ser professor(a) neste pais e estado de Alagoas, por vários motivos, entre elas o salário nosso de cada dia que todos os anos é motivo de brigas com o governador para que se faça reajuste, mesmo que para isso, temos que parar de trabalhar (ao fazer greves) até que abra um espaço de negociação para discutir nosso rumos, rumos de nossa gente, de nosso povo que, talvez, não sabe o que fez quando trocou seu voto por miúdos e, agora, quando diversas categorias colocam o salário em discussão, é surpreendido pelo governador em risadas de nossa categoria, alegando que nosso salário é mais que o suficiente, oferecendo minguados de 7% divido em duas parcelas e, acrescenta ainda, quem realmente precisa de reajuste salarial são os deputados que, aliás, sem muito esforço foi aprovado o reajuste do salário deles em mais de 100%.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Adeus as Aulas



MONÓLOGO
Edvaldo Neneu da Silva



Um menino magrinho, tímido, franzinho e de poucas amizades passava despercebido
na escola se não fosse os destaques dos resultados das notas de provas que passava de sériea-
série com uma autoestima de aprender e de se ver realizado pela educação.
De uma família humilde, caçula de 17 irmãos, ele foi alfabetizado na escola rural e teve
sua irmã Telma Lúcia da Silva a primeira professora. Cursou o ensino fundamental na Escola
Cenecista Santa Ana da cidade interiorana Santana do Mundaú e lá se destacou em uma
matéria do currículo escolar quando o professor de inglês Valmir Pimentel começou a aula se
apresentando e passando os informes gerais da disciplina na língua-alvo. Para continuar os
estudos da educação básica, foi submetido, junto com outros estudantes da cidade local, a
percorrer, todas as noites, quilômetros de estradas de barro em pau-de-arara para estudar o
ensino médio na Escola Normal Municipal das Correntes na Cidade de Correntes PE, 12 km de
Mundaú-AL., encarando perigos de situações climáticas adversas: lama, poeira, frio, fome,
cansaço e tantos outros anseios que alimentavam a vontade de aprender e sonhar que um dia
tudo aquilo traria um futuro compensador, um trabalho que viabilizasse a profissão
conquistada pela educação.
Aos 19 anos, Edvaldo Neneu da Silva, concluiu o ensino da educação básica e foi morar
na cidade de Maceió capital de Alagoas, com alguns de seus irmãos que lá já viviam. Ao
trabalhar como Repositor em um hipermercado da rede Bompreço, logo foi notado pela
facilidade de trabalhar em equipe e pelo seu desempenho nas funções exercidas. Mostrou
interesse pelas tecnologias e inovações implantadas na empresa, logo foi promovido para
atuar como Conferente de Dados onde ganhou por duas vezes o troféu 5S por excelência da
organização e participação no trabalho. Ao ver pessoas que se destacavam na empresa por
fazer algum curso superior, ele logo fez vestibular em Letras pela Universidade Federal de
Alagoas em 1998 e lá aprendeu o oficio e técnicas de ensino e aprendizagem, tornando-se
professor de Inglês/Português e suas respectivas literaturas.
O oficio de professor somente foi colocado em prática quando ele concluiu a
graduação em 2002, e começou atuando como professor monitor da rede estadual de ensino,
na Escola Estadual Alfredo Gaspar de Mendonça. Com muitas expectativas, recém saído da
universidade começou a realizar seus experimentos com bastante responsabilidade,
ensinando e aprendendo com seus alunos, adequando metodologias que dessem mais certos
no ensino e aprendizagem de língua estrangeira. Lembrando que esta não é uma língua
oficialmente falada nesse país e pelas dificuldades de conseguir recursos didáticos, nessa
disciplina, torna-se o aprendizado cada vez mais difícil, comprovando assim, uma matéria
pouco apreciada pela maioria dos estudantes. Porém, para o professor Edvaldo, desafios são
obstáculos passíveis de atenção e, com zelo, ele soube inovar o ensino de língua inglesa nas
escolas por onde ele passou. Com diversas formas de ensinar e aprender, destacava na
literatura a cultura da língua inglesa fazendo com que o alunado se desprendesse do ensino
tradicional de aprender gramática sem contexto social, desmistificando o uso clássico do
ensino e aprendizado de línguas estrangeiras. Com as inovações desse professor, os
estudantes passaram a compreender melhor a língua-alvo e se interessaram pelo aprendizado
do letramento de inglês. Mesmo com pouco ou nenhum recurso didático, fazia os alunos
explorarem seus conhecimentos em letramento de inglês na escrita, leitura, discussão, sessão
de filmes, pesquisas, teatro, criação de blog, uso da internet, visita ao teatro, em fim, ousou
interagir com os alunos, envolvendo-os com trabalhos individuais e em grupos, a fim de
interagir com o alunado e socialmente, comungar do conhecimento que se adquiria com
pesquisas, atos de falas, teatro e escrita.
Pelo destaque do professor e pelo domínio das aulas e aceitabilidade dos alunos, foi
convidado a dar aulas no Colégio Dinâmico em 2004, onde aprimorou ainda mais seus
conhecimentos. Mais tarde, em 2006, por meio de concurso público entrou na rede estadual
de ensino como professor efetivo da Escola Estadual Manoel de Matos, em Santana do
Mundaú, onde pôde reviver muitos momentos. Lembrou quando ali ocupava uma daquelas
cadeiras da sala de aula como aluno, e agora compartilhava, juntos com seus colegas
professores, que antes eram seus mestres. No mesmo ano que passou no concurso público
estadual, ele também passou no concurso público municipal da mesma cidade Santana do
Mundaú . AL. pediu exoneração do cargo quando dobrou sua carga horária na rede estadual
para ensinar na Escola Estadual Alfredo Gaspar de Mendonça, onde já tinha sido professor
monitor retomando suas atividades como professor efetivo de inglês, mais tarde, esta escola,
que se fazia extensão, recebeu um prédio novo e o nome de Escola Estadual Maria Ivone
Santos de Oliveira, como professor de inglês. Recentemente foi promovido a trabalhar como
Assessor Técnico da Educação no Conselho Estadual de Educação de Alagoas.
Muitas de suas aulas resultaram em projetos como: Cultura e cidadania em notícias
além das fronteiras (2007 aprovado pelo MEC apresentado pelo e-proinfo, e o Projeto
Semeando Literatura 2008: Hamlet, da sanidade à loucura apresentado na IV EPEAL 2009 no
CEDU/UFAL e, por fim, em 2009 foi destaque o projeto Uma [re]leitura na obra de Oscar
Wilde: the Picture of Dorian Gray apresentado um artigo intitulado Letramento de inglês como
prática sociocultural, orientado pela Professora Dra Edna Prado do Curso Inspeção Escolar da
pós-graduação do Centro Universitário Cesmac.
Professor Neneu, carinhosamente, assim chamado por seus alunos, nunca se achou
suficiente acabado em seus conhecimentos. Continuou aprimorando seu inglês, conheceu
vários professores e amigos de natalidade estrangeira, terminou o curso de idioma no SENAC
em 2008. Tendo em vista todo esforço e apreço para dar o melhor a seus alunos adquirindo
conhecimentos necessários, muitas vezes, custeou materiais didáticos que viabilizavam o
ensino e aprendizado com mais eficácia. Sempre em busca de aprimorar conhecimentos
participa de formações continuadas, fez especialização em ensino da língua portuguesa e
literatura brasileira no Centro Universitário Cesmac em 2005, cursa mais uma especialização
nessa mesma instituição em Inspeção Escolar 2010, além de formação tecnológica pelo eproinfo,
que o ajudou a divulgar e aprimorar seu trabalho na rede web.
Em fim, este professor conquistou seu espaço no mundo do trabalho como professor,
mestre, educador, facilitador, pesquisador e amigo. Finalmente, como ele afirma .o oficio de
mestre é para quem se permite acreditar na educação desse país e que se faça honrar do
mérito, ousando motivar os alunos a pensar e fazê-los deixar um legado de algo feito quando
aqui não mais existir.
Assim, um legado traçado por Deus, permitiu abri-se um novo círculo cheio de novos
desafios, anseios e incertezas. Com as bênçãos e proteção do Divino, desejamos ao querido
professor, Edvaldo Neneu da Silva, que sempre ouse inovar por onde quer que esteja, e se faça
brilhar em outras constelações, nos deixando radiar seu brilho, mesmo que esteja longe.